Seja bem-vindo. Hoje é

Pesquisar neste blog

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Classificação e Mecanismo de Instalação das Interações Medicamentosas

As interações medicamentosas podem ser classificadas por seu mecanismo de instalação, embora, sob o ponto de vista pragmático, interessa ao clínico simplesmente saber se a interação ocorre ou não e qual a sua magnitude.

O conhecimento dos mecanismos no processo interativo é de suma importância e estes mecanismos nem sempre são totalmente conhecidos, geralmente são complexos, o que torna difícil classificá-los com precisão.

Além disso, a interação, muitas vezes, é resultante de mais de um mecanismo, porém, conforme o mecanismo predominante, as interações podem ser classificadas em:
• Físico-químicas;
• Farmacodinâmicas;
• Farmacocinéticas.

Fonte:
  • - PORTAL DA EDUCAÇÃO   
  • A administração oral e a capacidade de absorção do fármaco

    O grau de absorção dos fármacos é decisivo para se obter o nível desejado da substância no sangue, particularmente quando a via escolhida é a oral. A absorção pelo trato gastrintestinal (TGI) é regulada por fatores, tais como o estado físico da droga, a área da superfície para a absorção, o fluxo sanguíneo esplâncnico, e a concentração no local da absorção. Uma vez que grande parte da absorção pelo TGI ocorre por processos passivos, o fármaco é mais bem absorvido na forma não-ionizada e mais lipofílica.

    Assim, poder-se-ia esperar uma absorção ótima de ácidos fracos no meio ácido do estômago, enquanto a absorção de bases poderia ser favorecida no intestino delgado, relativamente alcalino. Todavia, é uma simplificação excessiva extrapolar o conceito de partição do pH para uma comparação de duas membranas biológicas diferentes, como os epitélios do estômago e do intestino. O estômago é revestido por uma membrana espessa, coberta de muco, com pequena área de superfície e alta resistência elétrica.

    A principal função do estômago é digestiva; por outro lado, o epitélio do intestino possui uma área de superfície extremamente grande - ele é fino, tem baixa resistência elétrica e sua principal função é facilitar a absorção de nutrientes. Dessa forma, qualquer fator que acelere o esvaziamento gástrico poderá aumentar a velocidade de absorção de um fármaco, ao passo que qualquer fator que retarde o esvaziamento do estômago provavelmente terá o efeito oposto, independente das características do fármaco.


    Fonte:
  • - PORTAL DA EDUCAÇÃO  
  • Alimentos podem alterar o metabolismo dos medicamentos

    O metabolismo das drogas pode ser alterado pela composição da dieta, nos estados de deficiência ou pela manipulação nutricional. O fator dietético mais importante é o teor de proteínas. Uma dieta rica em proteínas e pobre em carboidratos aumenta a taxa de metabolização de um grande número de drogas, enquanto que uma dieta hipoproteica e hiperglicídica diminui esta metabolização.

    Um grande número de drogas e nutrientes é metabolizado no fígado por sistemas enzimáticos específicos. Dentre os componentes nutricionais que participam desses sistemas estão as proteínas, lipídios, ácido nicotínico, ácido ascórbico, vitaminas A, E, cobre, cálcio, ferro, zinco, entre outros. Portanto, deficiências destes nutrientes podem levar a uma metabolização mais lenta.

    Um exemplo de tratamento bem sucedido

    A manipulação nutricional vem sendo utilizada em algumas condições patológicas com bons resultados. Crianças asmáticas, por exemplo, tratadas com teofilina (bronco dilatador) têm menos episódios de respiração dificultosa nas dietas com baixa quantidade de proteínas porque a teofilina é metabolizada mais lentamente, permanecendo por mais tempo em circulação.

    Certos medicamentos inibem a síntese de enzimas porque competem com vitaminas para suas estruturas, essas drogas são chamadas de antivitaminas. Os agentes quimioterápicos utilizam esse princípio para impedir a replicação e induzir a morte da célula tumoral, pois competem com o ácido fólico, sem o qual não há síntese de DNA, provocando uma deficiência desse nutriente.

    Tratamento prolongado também altera o metabolismo

    Algumas drogas também podem formar um complexo com o nutriente, o tornado não-disponível para utilização pelo organismo. A isoniazida, por exemplo, utilizada no tratamento prolongado da tuberculose, forma um complexo com a vitamina B6 (piridoxina), interferindo em seu metabolismo em vários níveis, podendo levar a uma deficiência desta vitamina.

    Mas o exemplo mais amplamente conhecido de interação droga-nutriente envolve as drogas psiquiátricas do tipo inibidoras da Monoaminooxidase (IMAO) e as aminas vasoativas presentes nos alimentos. Em situação normal, as aminas vasoativas dos alimentos não constituem risco porque são metabolizadas rapidamente pelas enzimas monoaminoxidases. Entretanto, a ação destas enzimas é inibida por certas drogas antidepressivas, antimicrobianas, anti-hipertensivas e antineoplásicas. A presença de aminas vasoativas não-oxidadas causa constrição dos vasos sanguíneos e elevação da pressão arterial, podendo levar, nos casos mais graves, a uma hemorragia intracraniana, arritmias cardíacas e insuficiência cardíaca.





  • - Fonte

  • sábado, 19 de março de 2011

    § O CRF-CE e CFF em favor da jornada de 30 horas semanais para o farmacêutico

    Subject: O CRF-CE e CFF em favor da jornada de 30 horas semanais para o farmacêutico
    > Date: Fri, 18 Mar 2011 13:11:25 -0300

     Convocamos todos os farmacêuticos para uma grande mobilização em favor do desarquivamento do Projeto de Lei (PLC113/2005) que dispõe sobre a jornada máxima de 30 horas para os farmacêuticos.
    A cada nova legislatura, os projetos que não tiveram andamento, durante a legislatura anterior, seguem para arquivo. Segundo o Regimento Interno do Senado, o Projeto de Lei PLC113/2005 só pode ser desarquivado para nova apreciação, se houver requerimento de um Senador e anexado com uma lista de assinaturas de um quorum mínimo de 27 Senadores.
    Atualmente, a carga horária profissional é de 40 horas semanais. A Secretária-Geral do CFF, Dra Lérida Vieira, explica que a fixação legal de 30 horas semanais garante maior flexibilidade de alternativa de trabalho ao farmacêutico. "A redução da jornada permite ao profissional estabelecer mais de um vínculo trabalhista e, assim, ter um acréscimo de renda". "Temos até o dia 30 de março de 2011 para enviar a solicitação de desarquivamento aos Senadores. Contamos com a colaboração de todos, para que enviem e-mail a todos os Senadores, em especial, aos da nossa bancada do Ceará, solicitando o DESARQUIVAMENTO e TRAMITAÇÃO DO PLC 113/2005. A LUTA É DE INTERESSE DE TODA CLASSE FARMACÊUTICA.

     DIRETORIA CRF-CE 18/03/2011 
     ----------------------------------------------------------------
     CRF-CE - Conselho Regional de Farmácia do Ceará - © 2010 Todos os direitos reservados
     Rua Marcondes Pereira, 1160 - Dionísio Torres CEP. 60130-060 - Fortaleza-CE
     Horário de atendimento: 09h às 18h - Telefone/Fax: (85) 3272-2755

     Seccional do CRF-CE Cariri
     Rua José Sabiá, 136 - Bairro Tiradentes - Juazeiro do Norte.
     Horário de atendimento: 12h às 18h
     Telefone: (88) 3572-1796

    Visite: www.crfce.org.br
    Siga-nos: twitter.com/crfceara
    Veja os videos: youtube.com/user/crfce

    domingo, 28 de novembro de 2010

    § Chineses conseguem armazenar dados em DNA. Seu próximo HD pode ser 1 g de bactéria!

    Pensando em solucionar o problema de limite de espaço em disco rígido, estudantes inseriram 90GB de dados em 1 grama de célula

    Sexta-feira, 26 de novembro de 2010 às 19h34

    O objetivo de inserir mais e mais dados em espaços menores continua, mas tanto os materiais quando as técnicas atuais têm seus limites. E foi olhando para uma bactéria que pesquisadores da Universidade Chinesa de Hong Kong descobriram uma saída para o avanço no armazenamento de dados.
    A equipe já conseguiu armazenar 90GB de dados em 1 grama de células e também desenvolveu um sistema de armazenamento que realiza a criptografia de dados por meio do DNA. Um sistema pega os dados originais e os transforma em números e, então, os codifica em uma sequência de DNA. Esse processo também comprime dados para permitir mais espaço de armazenamento na mesma sequência de DNA.
    Os testes ainda estão em andamento, mas o time de pesquisadores já provou que pode converter os dados e armazená-los no DNA e retirá-los de volta sem perder qualquer informação. Eles também acreditam que outros dados como imagens, texto, música ou vídeo, podem ser armazenados com este método. O próximo passo é começar a inserção de códigos de barras em organismos sintéticos como uma forma de distinguir os sintéticos dos naturais.

    sábado, 21 de agosto de 2010

    § Anvisa atualiza lista de nomes de substâncias farmacêuticas

    A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) lançou, na última quinta-feira (12), a RDC 30, que trata da atualização da lista de Denominações Comuns Brasileiras (DCB). A resolução tem por objetivo padronizar a nomenclatura de substâncias e evitar problemas decorrentes da falta de uniformidade dos nomes, facilitando assim o processo de importação e distribuição de medicamentos.

    A DCB conta hoje com mais de 9 mil nomes em sua lista e o processo de atualização é feito regularmente e há mais de 20 anos. A ação é realizada pelo Comitê Técnico Temático - Denominações Comuns Brasileiras (CTT DCB) da Farmacopeia Brasileira.

    O processo se dá quando a empresa entra com pedido de registro de produtos na Anvisa e automaticamente indica um nome para a substância. Logo após, o Comitê avalia a proposta e acata o nome ou não. “Quando a empresa faz a solicitação para registrar algum produto, deve indicar o nome da substância farmacêutica que seguirá para aprovação pelo CTT”, explica Silvânia Mattos, especialista em regulação pela Farmacopéia e membro do Comitê.

    Como destaque da nova lista, está a atualização das DCB devido à nova ortografia da língua portuguesa. Nos próximos dias o Comitê se reunirá para realizar uma nova atualização da lista, que servirá de corte para uma publicação oficial com todos os nomes, a ser lançada em livreto juntamente com a 5ª edição da Farmacopéia Brasileira, prevista para dezembro desse ano.
     
    FONTE: CRF CE

    § Resgate de memória farmacêutica do Ceará

    O CRF- CE como instituição voltada aos interesses da categoria farmacêutica e da sociedade, está buscando resgatar a memória do CRF-CE, por meio da estruturação do acervo da sua memória, na busca de construir uma base de dados histórico e de informações relevantes da trajetória da profissão farmacêutica do Ceará- Centro de Documentação e Memória, como parte das comemorações dos 50 anos do CRF- CE, no próximo ano. Para tanto, está buscando parceiros para participar do Projeto Memória Farmacêutica do Ceará.

    Lamentavelmente, documentos raros, fotografias, ao longo dos anos sem o devido tratamento, sem higienização, sem acondicionamento adequado, foram jogados em sótão e em local com umidade, fungos e bolores, e parte considerável do Acervo da memória não será recuperada, outras, perdidas, não encontradas. Portanto, quem tiver matérias, notícias, fotos e tudo que possa contribuir para o resgate da história da Farmácia, colabore com este processo de resgate e envie ou leve pessoalmente ao CRF-CE.

    FONTE: CRF CE

    § Balanço do I Semestre da Operação Combate as Farmácias ilegais

    6 (seis) meses de fiscalização, de fevereiro a 1ª semana de 2010, a parceria entre o Conselho Regional de Farmácia do Ceará

    Em 6 (seis) meses de fiscalização, de fevereiro a 1ª semana de agosto 2010, a parceria entre o Conselho Regional de Farmácia do Ceará com a Procuradoria da Justiça do Estado/Ministério Público/Decon e Vigilância Sanitária do Município de Fortaleza, conseguiu regularizar 120 Farmácias, que foram interditadas.

    O objetivo da fiscalização é coibir irregularidades na comercialização de medicamentos, verificar a regularidade da assistência farmacêutica nas farmácias, drogarias e nos demais estabelecimentos que se utilizam de serviços do profissional farmacêutico e garantir o direito do cidadão, assegurado por lei, de dispor de Assistência Farmacêutica.

    As fiscalizações estão sendo intensificadas tanto na capital quanto no interior do estado. O CRF-CE está no dia a dia em diversas frentes de trabalho, na luta para buscar e garantir espaços para o farmacêutico, em mostrar para sociedade a sua importância, para isso, precisa do apoio de todos.

    Os estabeelcimentos que não estiverem cumprindo à legislação continuarão a ser fechadas, até sua regularização. Portanto, denunciem as irregularidades ao CRF-CE. O que não for da competência do CRF, todas as denúncias serão encaminhadas as Vigilâncias Sanitárias, Ministério Público, Secretaria da Fazenda, Secretaria de Segurança Pública e os demais órgãos competentes.


    FONTE: CRF CE

    § Presidente do CFF questiona Drauzio Varella. Médico responde‏



    Anexos:
    http://www.cff.org.br/sistemas/geral/newsletter/arquivos/anexos/020100820053155.pdf

    http://www.cff.org.br/sistemas/geral/newsletter/arquivos/anexos/120100820053155.%20Matos

    http://www.cff.org.br/sistemas/geral/newsletter/arquivos/anexos/220100820053155.DOC

    O Presidente do Conselho Federal de Farmácia, Jaldo de Souza Santos, enviou, hoje (19.08.10), uma carta ao médico Drauzio Varella, questionando-o sobre suas opiniões acerca de plantas medicinais e fitoterápicos manifestadas em entrevistas que concedeu à revista “Época”. O Dr. Drauzio Varella estrea, nesta domingo, um quadro no programa “Fantástico”, da “Rede Globo”, abordando plantas e fitos. Varella respondeu, no fim da tarde, a carta de Souza Santos. Ele diz condenar “a falta de estudos clínicos” relacionados a esses produtos. Veja a carta do Presidente do CFF a Drauzio Varella e a resposta do médico.
    CARTA DO PRESIDENTE DO CFF, JALDO DE SOUZA SANTOS, AO MÉDICO DRAUZIO VARELLA

    Brasília, 19 de agosto de 2010.

    Dr. Drauzio Varella,
    Tomamos conhecimento, com preocupação, sobre a sua opinião sobre plantas medicinais e fitoterápicos manifestada em matérias publicadas na revista “Época”. Plantas e fitoterápicos são, sim, objetos de estudos técnicos e científicos, inclusive por farmacêuticos. Neste sentido, temos a enorme satisfação de informar-lhe que o Conselho Federal de Farmácia (CFF), por meio de uma Comissão integrada por excelências em plantas, fitos e suas respectivas terapêuticas, vem estudando os mecanismos de ação, efeitos, reações adversas, interações entre os mesmos, alimentos e medicamentos alopáticos. As conclusões apontam para a eficácia do tratamento à base desses produtos.

    De sorte que achamos precipitada a sua opinião, ao afirmar que a indicação de plantas e fitos para o tratamento de doenças é um erro, inclusive do Ministério da Saúde. Diante disso, solicito-lhe que repense as suas posições, para que o “Fantástico”, da “Rede Globo”, no qual o senhor fará uma série sobre o tema, não seja um programa que, além de deseducar, venha criar uma opinião negativa acerca das plantas e fitoterápicos, estudados e consagrados, sim, pela população, estudiosos, como farmacêuticos especialistas, além de outros profissionais da saúde, ainda que contrariando certos interesse econômicos.

    Enviamos-lhe matérias publicadas em nossa revista, a “`Pharmacia Brasileira”, e, também, a “Carta de Porto Alegre”, as quais abordam o tema.
    Atenciosamente,
    Jaldo de Souza Santos,
    Presidente do Conselho Federal de Farmácia.


    CARTA-RESPOSTA DO MÉDICO DRAUZIO VARELLA AO PRESIDENTE DO CFF, JALDO DE SOUZA SANTOS
    Caro professor Jaldo de Souza Santos:
    Peço que o senhor não se preocupe com o conteúdo da série que faremos na TV. Minhas ideias sobre esse tema não são " precipitadas".
    Desde 1995 coordeno um projeto de pesquisa de atividade antineoplásica e antibacteriana em plantas da região do rio Negro, com apoio da Fapesp. Nossa extratoteca contém cerca de 2200 extratos, dos quais alguns mostraram intensa atividade antitumoral ou antibacteriana.
    Esses resultados têm sido apresentados em congressos e publicados em revistas especializadas nacionais e internacionais. Só uma pessoa desquilibrada faria uma série na TV para vilipendiar um campo de pesquisa ao qual tem dedicado 15 anos de atividade.
    Em nenhum momento afirmei que não existem pesquisas com produtos naturais no Brasil. Seria negar a existência do projeto que coordeno e desprezar o trabalho realizado pelos jovens cientistas que a ele se dedicam em tempo integral, além de desqualificar as pesquisas realizadas nos laboratórios do país inteiro. O que condeno é a falta de estudos clínicos dignos desse nome. O senhor sabe melhor do que eu que a atividade encontrada num sistema experimental nem sempre se confirma na clínica.
    Se eu tratasse meus pacientes com câncer com os extratos que mostraram atividade contra linhagens de células malignas em nosso laboratório, seria considerado criminoso. Por que essa regra não vale para os que receitam produtos que não passaram pelos estudos de toxicidade e as avaliações clínicas exigidas para os medicamentos convencionais?
    Está certo receitar extrato de alcachofra para "dores abdominais causadas por problemas hepáticos e das vias biliares" como está na lista do Ministério? Ou xarope de guaco para problemas respiratórios sem ter ideia do diagnóstico? Em que revista de impacto foi publicado o estudo que comprova a eficácia da babosa ou da graviola no tratamento do câncer?
    Em minha opinião, professor, enquanto admitirmos nesse empirismo irresponsável a Fitoterapia jamais será levada a sério no Brasil. A incrível diversidade de plantas em nossas florestas poderá ter muitas utilidades, mas entre elas não estará o uso medicinal.
    Estou certo de que um Conselho respeitado como o Federal de Farmácia também não compactua com a divulgação das crendices sobre o poder de cura das plantas que se espalham pelo país, algumas da quais com a chancela de órgãos oficiais.
    Ao contrário do que o senhor entendeu, para mim a Fitoterapia é um dos caminhos mais promissores para obtermos medicamentos eficazes e mais baratos do que os atuais. Talvez seja esse o futuro de uma indústria farmacêutica verdadeiramente nacional.
    Para encerrar, professor, convido-o a fazer uma busca no Pubmed à procura de estudos clínicos de fase III envolvendo fitoterápicos.
    Atenciosamente
    Drauzio Varella



    quarta-feira, 16 de junho de 2010

    § Técnicas de estilo de vida

    1. Mantenha um diário alimentar;
    2. Maximize a percepção da alimentação evitando a alimentação automática;
    3. Identifique os desencadeadores ("gatilhos") da alimentação;
    4. Não faça nada diferente enquanto come (ver televisão ou ler jornal, por exemplo);
    5. Alimente-se no local adequado, sentado - não coma em pé ou andando;
    6. Pouse os talheres entre os bocados e mastigue devagar os alimentos;
    7. Use uma lista durante as compras e não faça compras em jejum ou com fome;
    8. Compre alimentos que requerem preparo;
    9. Mantenha alimentos saudáveis à vista e alimentos problemáticos fora da visão;
    10. Não coloque as travessas da mesa durante a refeição;
    11. Coma uma porção de cada vez e saia da mesa após alimentar-se;
    12. Evite dar e trocar receitas de alimentos;
    13. Prepare-se com antecedência para eventos especiais e situações que podem colocar seu emagrecimento em risco.

    quarta-feira, 2 de junho de 2010

    § Análises clínicas é atividade de farmacêuticos, médicos e biomédicos

    O Juiz Federal Substituto Jurandi Borges Pinheiro, do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, no dia 13 de maio, julgou improcedente, a Ação Civil Pública proposta pelo Conselho Regional de Biologia (CRBIO), que visava a garantir aos biólogos o direito de assumirem responsabilidades técnicas por laboratórios de análises clínicas.
    Para o magistrado, a Constituição da República, em seu art. 5°, XIII e art. 170, parágrafo único, determina ser livre o exercício de qualquer trabalho, ofício, profissão ou atividade econômica. E, ainda, “consultando-se o site da Sociedade Brasileira de Análises Clínicas, constata-se que esta somente outorga o Título de Especialista em Análises Clínicas aos profissionais médicos, farmacêuticos-bioquímicos ou biomédicos. Assim, é correto afirmar que a responsabilidade técnica pelos laboratórios de análises clínicas pode ser exercida por profissionais de mais de uma área do conhecimento - logo não é exclusiva de uma única área - desde que preencham as condições legais” (SIC).
    O Presidente do Conselho Federal de Farmácia (CFF), Jaldo de Souza Santos, lembra que, de acordo a Lei 3820/60 – que dispõe sobre a criação dos Conselhos Federal e Regionais de Farmácia -, “é atribuição dos profissionais farmacêuticos, ainda que não privativa ou exclusiva, a responsabilidade técnica e o desempenho de funções especializadas em órgãos ou laboratórios de análises clínicas ou de saúde pública ou seus departamentos especializados”.
    Souza Santos destaca que as Diretrizes Curriculares instituídas, em 2002, pelo Conselho Nacional de Educação estabelecem como competências do farmacêutico a realização, interpretação, emissão de laudos e responsabilidade técnica por análises clínico-laboratoriais, incluído os exames hematológicos, citológicos, citopatológicos e histoquímicos, biologia molecular e análises toxicológicas.
    O Consultor Jurídico do CFF, Antônio César Cavalcanti Junior, afirma que não cabem às resoluções de conselhos profissionais legislarem sobre profissões, “dentre estes, o Conselho Federal Biologia”, disse Cavalcanti Junior.
    Fonte: CFF
    Autor: Veruska Narikawa

    § Prescrição farmacêutica a um passo de ser aprovada

    Uma discussão acalorada em torno da prescrição farmacêutica, um dos temas mais polêmicos relacionados à profissão, movimentou, hoje (26.05.10), segundo e último dia da Plenária do Conselho Federal de Farmácia (CFF), realizada, em Porto Alegre. A discussão envolveu o Presidente da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), Dirceu Raposo de Mello; Diretores do CFF e de várias entidades da Farmácia. Foi praticamente consensual a opinião favorável à aprovação da Consulta Pública número 01/10, do CFF, que propõe a regulamentação da prescrição de medicamentos isentos de prescrição médica (MIPs). O Presidente do órgão, Jaldo de Souza Santos, previu que, na Plenária de junho, que será realizada, em São Paulo, a matéria será votada, “e aprovada”.

    A Consulta Pública do CFF prevê a prescrição farmacêutica exclusivamente para os MIPs (Medicamentos Isentos de Prescrição) médica. Os farmacêuticos defendem que esse seu serviço qualificará o uso dos medicamentos isentos de prescrição médica, gerando segurança para os pacientes, vez que os protege contra possíveis interações medicamentosas, reações adversas etc.

    Foi quase um consenso entre os participantes da Plenária de que a prescrição é inevitável e que os farmacêuticos não poderiam mais conviver com a “humilhação” de ser penalizados, ao indicar um MIP. Logo eles, que são as excelências em medicamentos. “A sociedade não pode deixar de contar com a prescrição farmacêutica, porque ela é um anteparo contra as reações indesejáveis provocadas pelos medicamentos”, enfatizou o Presidente do CFF, Jaldo de Souza Santos. Souza Santos declarou que farmacêuticos de todo o País vem pressionando o CFF, no sentido de que aprovem a prescrição farmacêutica.

    O Diretor-Presidente da Anvisa, Dirceu Raposo, observou que os medicamentos são isentos de prescrição médica, mas não de orientação. Ele falou dos avanços conquistados no setor farmacêutico, com as normas emanadas da Agência. Citou a RDC 44/09, que resgata o sentido de saúde das farmácias e valoriza os serviços profissionais farmacêuticos, e pediu que a votação da Consulta Pública do CFF esperasse um pouco mais. Em vários países, lembrou Raposo de Mello, a prescrição farmacêutica é uma prática corriqueira, tanto nas farmácias, quanto nos hospitais.

    A Diretora Secretária-Geral do CFF, Lérida Vieira, pediu a aprovação da matéria, já, e alertou que se não for garantido o direito de o farmacêutico indicar medicamentos (MIPs), nas farmácias, outros profissionais virão reivindicar esse direito. “Os farmacêuticos atuam, em estabelecimentos onde existem medicamentos isentos de prescrição médica, e não tem responsabilidades junto aos usuários desses produtos? Como pode isso? Ele tem direito, assegurado pela RDC 44/10, a um espaço privativo, nas farmácias, para poder atender o paciente, mas não pode indicar um MIP? Isso é uma contradição que só prejudica os usuários de medicamentos”, enfatizou Lérida Vieira.

    O Conselheiro Federal por São Paulo, Ely Saranz Camargo, alertou que, se o Plenário do CFF não regulamentar, logo, a prescrição farmacêutica, futuramente, estará se lamentando por não ter tomado essa iniciativa que tanto ajudará a sociedade. Já a Conselheira Federal pelo Rio Grande do Norte, Lenira da Silva Costa, disse que essa discussão já está atrasada e que os farmacêuticos, que são excelências em Farmacologia, não podem ter medo de discutir o assunto e muito menos de exercer a indicação de medicamentos isentos (MIPs).

    As palavras de Lenira Costa reverberaram no pronunciamento do Vice-Presidente do CFF, Walter Jorge João: “Os farmacêuticos não podem ficar medrosos diante de coisas como a prescrição. Ele deve abraçar essa causa – e já está abraçando –, e a Consulta Pública deve, sim, ser aprovada e a prescrição deve fazer parte dos serviços farmacêuticos”, defendeu Walter Jorge. Ele aproveitou para lembrar que esse tema tornou-se central nas discussões travadas, em Plenário, graças ao Presidente do órgão, Jaldo de Souza Santos.

    O Diretor da Fenafar (Federação Nacional dos Farmacêuticos), Ronald Ferreira dos Santos, disse que a entidade “não é contra o CFF cumprir o seu papel de por o tema em discussão e aprovar a prescrição farmacêutica”. Mas pediu um esforço de todos para garantir a presença dos farmacêuticos, nas farmácias e drogarias, para prestar orientação ao paciente não apenas sobre os MIPs, mas sobre todos os medicamentos.

    Outro representante de entidade farmacêutica, Danilo Caser, Presidente da Feifar (Federação Interestadual de Farmacêuticos), disse que tem andado por todo o País, e que os farmacêuticos reivindicam o direito de prescrição. “Trago, aqui, esta mensagem: os farmacêuticos querem ter o direito de prescrever”, sublinhou.

    A Presidente da Anfarmag (Associação Nacional de Farmacêuticos Magistrais), Maria do Carmo Garcez, manifestou o seu contentamento com o fato de as discussões acerca do assunto iniciarem-se e ganharem densidade em Plenário do CFF. Ela pediu mais qualificação profissional para que os farmacêuticos exerçam, com segurança, a indicação de medicamentos.
    Fonte: CFF
    Autor: Pelo jornalista Aloísio Brandão, Assessor de Imprensa do CFF

    quarta-feira, 26 de maio de 2010

    § Rota sistemática de identificação do cátion Ca2+

    BY FARMACÉTICO

    INTRODUÇÃO

    O cátion (português brasileiro) ou catião (português europeu) é um íon com carga positiva. É formado pela perda de elétrons da camada de valência de um átomo (ionização). Nesta categoria enquadram-se os metais, os elementos alcalinos e os elementos alcalino-terrosos, entre outros.
    Um corante catiônico é aquele cuja estrutura que produz a cor, a estrutura cromófora comporta-se como um cátion.
    O cálcio, do latim calcium, foi isolado pela primeira vez em 1808, em uma forma impura, pelo químico inglês Humphry Davy mediante a eletrólise de uma amálgama de mercúrio (HgO) e cal (CaO). Davy misturou cal umedecida com óxido de mercúrio que colocou sobre uma lâmina de platina, o anodo, e submergiu uma parte de mercúrio no interior da pasta funcionando como catodo. Na eletrólise obteve uma amálgama que destilada originou um resíduo sólido facilmente oxidável. Davy não ficou convencido de que havia obtido cálcio puro. Posteriormente, Robert Bunsen em 1854 e Matthiessen em 1856 obtiveram o metal por eletrólise do cloreto de cálcio (CaCl2) e, Henri Moissan obteve o cálcio com uma pureza de 99% por eletrólise do iodeto de cálcio (CaI2).
    O cálcio é um metal branco prateado, relativamente mole. Funde a 845°C. é atacado pelo o oxigênio atmosférico e pela umidade, formando o óxido e /ou o hidróxido de cálcio. O cálcio decompõe a água com formação de hidróxido de cálcio sólido e hidrogênio gasoso. O cálcio forma o cátion Ca2+, em soluções aquosas. Seus sais são normalmente pós brancos e formam soluções incolores a não ser que o ânion seja colorido.

    OBJETIVOS

    Traçar a rota sistemática do cátion Ca2+ descrevendo as fases e descrever suas respectivas reações dentro do seu grupo.

     DESCRIÇÃO DA ROTA (1º passo)

    O primeiro passo foi pegar uma amostra aleatória de uma solução que continha cátions, pressupondo que essa amostra continha o cátion Ca2+ em sua composição, mas para ter a confirmação, me embasei em afirmações dispostas a seguir, e fazendo testes que o confirmassem e classificassem a amostra em questão dentro do grupo IV (grupo ao qual o cátion Ca2+ pertence).

    • Grupo I: cátions deste grupo formam precipitados com ácido clorídrico diluído. Submete a S.P. a esse reagente (6M) adicionando 3gotas, agitando e centrifugando e não obtive resultado positivo para o 1º grupo, portanto não faz parte desse grupo, prossegui com os testes.

    • Grupo II: A) Grupo do cobre; B) Grupo do arsênio: esses cátions precipitam com sulfeto em meio ácido (6M). Grupo do H2S/H+. Submete a S.P. a esse reagente adicionando 10 gts desse reagente, aqueci, esperei 5 minutos depois centrifuguei e não houve resultado positivo, portanto também não é desse grupo, continuei...

    • Grupo III: formam precipitados com sulfeto de amônio em meio neutro ou amonical. Agora submete a S.P. a esse reagente adicionando 5 gts, aqueci, esperei 5 minutos depois centrifuguei sem sucesso novamente, continuei os testes...passei para o próximo grupo.

    • Grupo IV: Os cátions deste grupo não reagem nem com reagentes do grupo I, nem do II, nem do III. Eles formam precipitados com carbonato de amônio na presença de cloreto de amônio em meio neutro ou levemente ácido. Submete à S.P. ao reagente citado anteriormente ocasionando a formação de precipitado (resultado positivo para esse grupo), portanto a amostra em questão faz parte desse grupo (grupo IV), sendo detalhado a seguir todos os procedimentos aplicados na identificação da amostra para esse grupo e do cálcio, citando todas as etapas até a sua confirmação.

    DESCRIÇÃO DA MARCHA(Ca2+; 2º passo)

    A solução da amostra em estudo recebe N4HCl (6M, 1 gt) direto ou ele é formado na reação do NH4OH com o HCl presente no meio. Essa mistura recebe a solução do agente precipitante do grupo: (NH4)2CO3 (2M, 5 gts), é agitada e aquecida em banho-maria a 50–60ºC por 3 a 5 minutos.

                         <> Ca2+ + (NH4)2CO3 + NH4Cl ------> CaCO3 + 2NH4+

    O aquecimento destina-se a decompor os traços de hidrogenocarbonato formado e não deve ultrapassar 60ºC porque a fervura decompõe o NH4+ e o CO32- em NH3 e CO2. Ocorre a formação de um precipitado branco que é separado por filtração ou centrifugação. O filtrado pode conter o magnésio Mg2+ e cátions do grupo V. O precipitado pode conter BaCO3, SrCO3, CaCO3. Em seguida foi lavado com água quente e dissolvido com ácido acético.
    Os cátions transformam-se em acetatos solúveis e esta solução recebe solução de acetato de sódio (para tamponar o meio - pH ≈ 4,5) é aquecida e tratada com solução de cromato de potássio (K2CrO4) (0,5M; 6gts) ou dicromato de potássio (K2Cr2O7). Se houver Ba2+ ocorrerá à formação de um precipitado amarelo de cromato de bário (BaCrO4) que será descartado, pois não é o alvo desta descrição da rota. O filtrado obtido após separação do cromato de bário precipitado pode conter os cátions Ca2+, Sr2+ e amônio e os ânions acetatos, cromatos, cloretos e hidróxidos. Este filtrado agora é a solução de teste, é aquecida em banho-maria e recebe novamente solução do precipitante do grupo, o carbonato de amônio (NH4)2CO3 (6M; 5 gts), que provocará a formação de um precipitado branco que poderá ser de SrCO3 e/ou CaCO3. Esse precipitado branco é filtrado ou centrifugado, lavado com água quente e dissolvido com ácido acético diluído. A solução obtida é fervida por uns 3 minutos ou tempo suficiente para eliminar todo o CO2 proveniente da decomposição do carbonato de amônio, bem como da amônia formada.

    • CaCO3 + 2AcOH --------> Ca(AcO)2 + CO2 + H2O

    • Ca(AcO)2 + ( NH4)2C2O4 --------> CaC2O4 + 2AcONH4

    Esta solução obtida é tratada com solução saturada de sulfato de amônio: (NH4)2SO4 contendo tiossulfato de sódio Na2S2O3 (para aumentar a solubilidade do sulfato de cálcio e evitar que este precipite junto com o sulfato de estrôncio) e aquecida em banho-maria por uns 5 minutos e deixada em repouso por uns 2 minutos para precipitar o carbonato de estrôncio (SrCO3) que será descartado logo em seguida. O filtrado após separação do sulfato de estrôncio é tratado com solução de oxalato de amônio: (NH4)2C2O4, (0,2M; 5 gts) aquecido em banho-maria ocorrendo à formação de um precipitado branco esfumaçado de CaC2O4 indicando a presença de Ca+2. Para confirmação é feito o teste da chama (O teste envolve a introdução da amostra em uma chama e a observação da cor resultante, as amostras geralmente são manuseadas com um fio de platina previamente limpo com ácido clorídrico para retirar resíduos de testes anteriores). Uma chama vermelho - tijolo caracteriza o íon Ca2+.

    • CaC2O4 + 2HCl ------>CaCl2 + H2C2O4

    CONFIRMAÇÃO PARA O CÁTION CÁLCIO (Ca2+)

    Tratado pelo oxalato de amônio dá precipitado branco de oxalato de cálcio, solúvel em ácidos minerais e insolúvel no ácido acético a frio e a quente.

    • CaCl2 + (NH4)2C2O4 ---> CaC2O4(s) + 2 NH4Cl

    Tratado pelos carbonatos alcalinos dá precipitado branco de carbonato de cálcio, solúvel nos ácidos minerais, com desprendimento de CO2.

    • CaCl2 + Na2CO3---> CaCO3(s) + 2NaCl

    Tratado pelo monofostato bissódico dá precipitado branco de monofostato de cálcio.

    • CaCl2 + Na2HPO4 −−> CaHPO4(s) + 2 NaCl

    • Prova da chama para o íon Ca2+

    A identificação mais marcante do íon cálcio é através do precipitado branco de oxalato de cálcio monoidratado, CaC2O4.H2O.:

    • Ca2+ + C2O42- + H2O ----> CaC2O4.H2O(s)

    O íon cálcio é identificado dissolvendo-se o CaC2O4.H2O em ácido clorídrico. Forma-se CaCl2, que dá uma coloração vermelho tijolo no teste da chama.

    • CaC2O4.H2O(s) + H+ ----> Ca2+ + HC2O4- + H2O

    CONCLUSÃO

    O trabalho proposto para a identificação do cátion do grupo IV (Ca2+) foi positivo, a ocorrência ou não de precipitados foi correspondente, para cada reação.
    A Análise Qualitativa, através do teste de precipitados, se mostrou eficiente na identificação do cátion do Ca2+.

    quarta-feira, 19 de maio de 2010

    § Impotância do Farmacêutico

    ATUAÇÕES DO FARMACÊUTICO

    O farmacêutico está desde as farmácias, até as indústrias que fazem cosméticos, agricultura, alimentação, laboratórios, postos de saúde, hospitais, prevenção de pragas e até mesmo na distribuição e transporte das cargas de medicamentos.

    O farmacêutico, profissional de nível superior, é essencial para você e para a sociedade, pois é a sua garantia de receber toda a informação necessária para um resultado eficaz de tratamento, além do acompanhamento terapêutico.

    Ele é conhecedor das fórmulas, detentor da sabedoria das misturas curativas e sintetizador de substâncias, e é o único capaz de dar o direcionamento correto diante do tratamento solicitado por médicos, dentistas e demais profissionais de saúde habilitados para prescrever.

    Espero ter tirado suas dúvidas à respeito da função do farmacêutico, e à respeito da sua importância.

    domingo, 20 de dezembro de 2009

    § Os Cursos de Farmácia no Brasil

    Os Cursos de Farmácia no Brasil
    No mundo inteiro, o curso de farmácia sempre esteve ligado ao de medicina, sendo até tempos atrás, uma habilitação do médico.

    No Brasil, foi com a vinda de Dom João VI que se iniciou o estudo da Farmácia, mas também ligada ao curso de medicina. Foram muitos anos até o estabelecimento dos modernos cursos de farmácia hoje existentes. Atualmente, o interessado na área pode escolher entre os cursos de auxiliar de farmácia, técnico de farmácia ou o curso superior numa faculdade de farmácia.
    O técnico ou auxiliar de farmácia vai aprender noções de anatomia, fisiologia, primeiros socorros e procedimentos de laboratório. Também irão aprender sobre atendimento ao público e outras atividades comuns em farmácias, como recepção e triagem de medicamentos e produtos.

    Já para a faculdade de farmácia, é bom que o aluno goste muito de química e biologia, pois essas áreas estarão presentes, de maneira aprofundada, do início ao fim do curso. O aluno também terá disciplinas relacionadas às técnicas para formular e preparar medicamentos e ao estudo da ação dos diversos medicamentos existentes.